efeito viola

Catalogado sob:

orgulho e preconceito

 

Não bastasse a cobertura tendenciosa da mídia quando "analisa" jogos de futebol fora do eixo Rio São Paulo, o Tribunal de Justiça Desportiva, cuja sede é no Rio de Janeiro, claro, tenta desqualificar as agressões do jogador André Luiz, do Botafogo do Rio de Janeiro, claro, a uma policial militar durante o jogo contra o Clube Náutico Capibaribe, no Estádio dos Aflitos, em Recife.

Ao invés de punir com mais rigor o atleta (que se diz profissional) quando comete desordens e agressões às torcidas locais o Presidente do clube, Bebeto de Freitas, defendeu a atitude do marginal, digo, do jogador, alegando que "jogador não é marginal". E o que é então um marginal? E se não for marginal, porque está empregado e com carteira de trabalho assinada, pode cometer atos de marginal sem ser punido? Esse Presidente deveria ser preso.

A Federação Pernambucana de Futebol deve estipular uma punição ao Botafogo, ao seu Presidente e encaminhar processo criminal contra o marginal que ofendeu a torcida local e agrediu uma Policial Militar em serviço. É possível que assim os Romários, Marcelinhos Cariocas e os Edimundos só cometam crimes em suas origens.

 

Ações do documento

efeito viola

Enviado por Leila em 07/06/2008 14:41
Meu pai (91 anos), ex-Conselheiro do Clube Nautico Capibaribe,ficou contentissimo ao escutar
sua materia ( li pelo telefone). Valeu!

efeito viola

Enviado por fernanda ponce de leon em 14/06/2008 07:39
 zezum e leila, saudaçoes; assim que a seu pai (dela!)

nao sendo do nautico nao tenho porque "tomar suas dores";
entretanto fico indignada com tanta impunidade (tenho
idade e "bagou" para tanto!) so porque o citado bate-bola
pensa poder foder com tudo e com todos!
alisto_me aqueles que fizerem petiçao apelando uma suspensao do individuo que tao mal se comportou em nossos
gramados, ofendendo-nos !
beijos a todos !

ps: sou do "santa"...