efeito viola
orgulho e preconceito
Não bastasse a cobertura tendenciosa da mídia quando "analisa" jogos de futebol fora do eixo Rio São Paulo, o Tribunal de Justiça Desportiva, cuja sede é no Rio de Janeiro, claro, tenta desqualificar as agressões do jogador André Luiz, do Botafogo do Rio de Janeiro, claro, a uma policial militar durante o jogo contra o Clube Náutico Capibaribe, no Estádio dos Aflitos, em Recife.
Ao invés de punir com mais rigor o atleta (que se diz profissional) quando comete desordens e agressões às torcidas locais o Presidente do clube, Bebeto de Freitas, defendeu a atitude do marginal, digo, do jogador, alegando que "jogador não é marginal". E o que é então um marginal? E se não for marginal, porque está empregado e com carteira de trabalho assinada, pode cometer atos de marginal sem ser punido? Esse Presidente deveria ser preso.
A Federação Pernambucana de Futebol deve estipular uma punição ao Botafogo, ao seu Presidente e encaminhar processo criminal contra o marginal que ofendeu a torcida local e agrediu uma Policial Militar em serviço. É possível que assim os Romários, Marcelinhos Cariocas e os Edimundos só cometam crimes em suas origens.


efeito viola
sua materia ( li pelo telefone). Valeu!